Transcrição do podcast Negócios by Humans #2 com Flavia Maia

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Mayra da Starchy: [00:00:00] Olá, humanos. Bem-vindos a mais um podcast do Negócio by Humans. Hoje a gente vai falar sobre um tema muito importante. A gente vai discutir aqui com a Flávia. A Flávia vai se apresentar daqui a pouquinho pra vocês. A gente vai entender um pouco melhor sobre como é que a ansiedade, pode atrapalhar as metas do final do ano.

Nesse momento, cheio de oportunidades corporativas, em que muitas empresas, elas conseguem ter lucro, você precisa garantir que a ansiedade não vai atrapalhar isso. Então Flávia, você pode se apresentar, contar um pouco mais sobre você, sobre o Flávia Singular, que a gente tá supercurioso pra conhecer.

Flavia Maia Singular: Que coisa maravilhosa tá aqui com vocês. Primeiro, Maíra, brigada pelo convite. Esse convite pra mim é super especial, porque eu adoro falar sobre esse tema e eu acho que a gente tem que levar isso pras pessoas mesmo. Os empresários têm que conhecer, têm que se conhecer, têm que entender melhor sobre suas empresas, justamente pra crescerem mais saudáveis e fazer o trabalho deles também prosperar, né? Pras outras pessoas ali no, dentro do universo deles.

O nome é Flávia Maia, eu sou gestora de negócios, né, trabalho com desenvolvimento de negócios já há mais ou menos dez anos. Em 2022, observando todo o mercado nacional e internacional, tive ali um insight que foi: as empresas têm problemas cíclicos. E são problemas, é, que não importa o porte, eles passam por alguns pilares específicos sempre. E as travas se encontram justamente nesses pilares. Então eu fui mais a fundo, né, eu tenho, desenvolvi um artigo, uma metodologia registrada, aplicada, com uma amostra de mais de 108 empresários, pra eu tá aqui falando pra vocês que mentalidade, estrutura, processos, vendas e marketing é os pilares principais de também os gargalos principais de um negócio.

Então eu desenvolvi dentro desses pilares algumas, é, ferramentas. Traduzi ferramentas de gestão convencional pra algo mais aplicável, mais moderno, com aceleração, pra trazer melhores resultados. E assim surgiu o Flávia Maia Singular, surgiu essa metodologia singular. Já tá desde 2022 sendo aplicada no mercado.

Eu tenho muito amor e carinho por ela, justamente porque eu vejo a transformação gigantesca na vida desses empresários

Mayra da Starchy: Maravilha. E aí a gente– saberem aqui, eu conheci a Flávia no início do ano. A gente se conheceu num grupo de contato, a gente foi batendo papo e a gente marcou uma call que ia ser super-rápida.

E a call parecia que não ia ter fim, a gente ia finalizar só porque a gente tinha outras coisas, a gente conversa muito, a gente troca muita figurinha. E quando eu falei: “A gente precisa conversar aqui. A gente tá agora em outubro, mas a gente precisa começar essa conversa logo, porque a Black Friday tá batendo na porta. A gente logo depois da Black Friday, a gente tem as oportunidades do Natal, do Ano Novo, tá sendo liberado décimo terceiro das pessoas, [00:03:00] então o poder de consumo tá maior”. E quem trabalha no mercado corporativo sabe que se você não bateu alguma meta do ano, essa é a hora que você coloca toda a expectativa, toda a esperança resolver esse problema das metas, de finalizar o ano no verde, ao mesmo tempo que você já tá fazendo a previsão pro ano que vem. Então ainda tem, tem, é, e-esse sintoma de ansiedade aí que tá muito aguçado. Porém, a ansiedade, ela pode ser um des– um, um item destrutivo pro seu trabalho. Isso é o que a gente vai conversar aqui hoje. A gente vai falar sobre o que além dos processos, além dos procedimentos, você precisa ficar de olho pra poder trazer esse, sistema de pensamento que vai fazer sentido aí pra vocês terem resiliência nesse que seja o período mais difícil do ano, mas acontece [00:04:00] todo ano. Então eu acho que isso, isso é boa notícia, né, Flávia? É,

Flavia Maia Singular: Com toda certeza

Mayra da Starchy: ano é o mesmo período.

Flavia Maia Singular: certeza. E isso me traz também pra uma reflexão que eu gostaria de deixar pra você, meu querido amigo empresário. É, acontece todo ano, então tem que tá no planejamento. A gente sabe que a ansiedade ela vem por diversos fatores dentro de uma empresa, né? É, tanto o resultado, às vezes a implementação de um processo novo, às vezes a implementação de tecnologia que tá aí gritando na nossa cara, né?

Pedindo todos os dias: “Me implementem, quanto mais eu estou aí, melhor”. Então tem tudo isso que gera muita ansiedade dentro de uma organização. E a ideia de você fazer um planejamento estratégico, ela mora justamente aí, minimizar o impacto dessas ansiedades, porque há coisas que acontecem o ano inteiro, os anos.

Entra ano, sai ano, a gente sabe que as datas comemorativas estão ali, né? Nós sabemos que a nossa equipe tem que dar conta de uma meta X, Y, Z.

É natural que as metas alcancem valores maiores com o passar dos anos, então você cometa– começa com uma meta X, vai pra uma meta, Y no ano seguinte e a tua equipe tem que acompanhar tudo isso.

Dentro dos teus recursos, tanto tecnológicos quanto humanos, que o recurso humano tá cada vez mais valioso pra uma empresa e quanto mais tecnologia nós temos, mais valor têm os humanos, e nós viemos percebendo isso na operação, né? Então,

Mayra da Starchy: Então,

Flavia Maia Singular: se eu tenho essas questões e eu sei que eu tenho uma equipe que precisa dessa atenção e que eles têm uma meta, eu tenho que alinhar os recursos da minha empresa pra perceber quais são as ações que eu vou tomar, e vou planejar, e vou treinar, e adequar a minha equipe pra que quando chegar a hora, não seja uma pressão, e sim uma solução, justamente pra minimizar essa ansiedade

Mayra da Starchy: E a gente tem, é, acho que isso é um sintoma que [00:06:00] às vezes as pessoas querem resolver na hora que ele aparece, que ele pipoca. Então, eu-eu não sei se você sente a mesma coisa, mas vezes eu entro na empresa no momento em que já estourou o problema. no meio da Black Friday, você vai ver o seu time entrando com atestado e às vezes não é só atestado de ansiedade, a gente fala assim: “ah, a ansiedade mede com a ansiedade”. Não, porque a gente tem uma sobrecarga do corpo que ela infere em, o estresse crônico ele infere em problemas, em dores, assim, eu já tive tendinite

Flavia Maia Singular: A queda imunológica, né?

Mayra da Starchy: no pescoço, no ombro, é, quando eu não, não conseguia lidar muito bem com o que tava acontecendo.

A gente tem problema de estômago, a gente tem gente que desmaia, que passa mal por tiver a imunidade baixa. você entra no período mais focado do ano, um período que a entrega precisa ser muito limpa, muito bem feita, a comunicação com o cliente precisa [00:07:00] ser muito direta e você tem as pessoas no pico do atestado, aumentando o seu, o-o aqui no Brasil tem, né, o, tem que pagar multa pro eSocial, quanto mais atestado você coloca no sistema deles, né, que você, que os seus colaboradores precisaram ter.

Então, num período em que você devia tá com o time focado, quer resolver aquilo no meio do problema. se a gente tá começando a conversar com vocês em outubro, porque já é o momento da gente já olhar esse sistema todo. A gente já tá no último trimestre, já é hora da gente começar a conversar como é que isso vai impactar na sua função cognitiva, na memória operacional, no sistema de planejamento, de organização, de prioridade, como é que a, os processos errados impactam no raciocínio verbal, que não é só da fala E processo decisório por completo, mas a gente [00:08:00] só tende a querer olhar quando realmente dá o problema, mas aí mais custoso, aí é mais difícil e aí já vem junto com prejuízo embutido. Não sei se– não sei, Flávia, como é que você tá com, é, observando o movimento das empresas que você trabalha hoje em dia, se elas já tão começando a olhar os processos desde muito antes do

Flavia Maia Singular: É.

Mayra da Starchy: problema vai estourar

Flavia Maia Singular: Eu, eu gosto muito de trabalhar essa questão da mentalidade com os meus clientes e a gente– quando eu entro pro jogo, é pra trabalhar com prevenção e não com remediação. Então quando eu entro pro jogo, nós vamos olhar desde lá do começo e vamos vir fazendo uma limpeza assim ó, de tudo que precisa, uma organização literalmente de tudo que precisa, porque é exatamente isso que você falou.

Quando já estourou, tem a questão do prejuízo, que pode acontecer, porque você vai ter que investir mais pra poder solucionar algo que não precisava, né? Você poderia ter [00:09:00] trabalhado com prevenção e não ter acontecido a urgência. E também tem a questão de você não conseguir solucionar porque o teu caixa não alcança

Mayra da Starchy: Exatamente. Então pra que

Flavia Maia Singular: possamos evitar tudo isso, quando eu entro pro jogo, por isso até, até comentei com a Mayra,

Flavia Maia Singular: hoje eu seleciono muito as pessoas, né, porque tem toda uma questão de maturidade pra você entrar num processo de mentoria.

Então, ééé, passa por uma seleção um pouco mais alinhada, justamente pra perceber qual que é o teu momento. Você realmente tá disposto a fazer isso? Você realmente quer crescer a sua empresa? Você vai assumir o ônus e o bônus disso? Porque todo mundo fala do lado lindo duma empresa crescer e vender, mas existem dois lados da moeda sempre.

E a única coisa que nos prepara pra isso é processo. Então, quando entram comigo, já no comecinho, aqui ó, querido, expectativas baixas, vamos fazer o que precisa ser feito. E nós vamos olhar pra tudo com muito detalhe e vamos trabalhar com planejamento. Eu [00:10:00] trabalho com tanto plano de ação, que são pequenas correções que a gente começa já pra fazer esse movimento, quanto com planejamento estratégico a curto, médio e longo prazo.

Eu não vou ficar fa– não vou planejar até dois meses pra frente, sendo que eu tenho o ano todo a minha empresa aberta. Não faz sentido você fazer micros planejamentos que– “ai, mas o planejamento estratégico a longo prazo é uma loucura”.

É uma loucura, mas ele te ajuda a prever muita coisa.

Mayra da Starchy: Sim, com certeza.

Flavia Maia Singular: Tem gente que acha que é perda de tempo

Mayra da Starchy: É, e a gente consegue ter uma visão do todo, e as pessoas elas, é– eu sinto muito que fazer planejamento é, é um desenho de dominó, porque se você, é, é, se você consegue coordenar aquela figura pra ela ficar linda, ela vai fazer sentido. E um esforço de hoje, ele vai ser pago lá na frente. O

Flavia Maia Singular: Com certeza

Mayra da Starchy: você quiser fazer um, um esforço comercial do zero.

Eu, honestamente, um dos motivos de eu ter criado a Start, é, [00:11:00] é eu achar isso uma loucura, eu achar isso uma doideira, assim. As pessoas chegavam pra mim pra poder fazer uma estratégia, um planejamento, e eu tinha que partir zerada. Então, e de um time que não tinha conhecimento do, do trabalho que eu executava, do que eu tava construindo, que não tava coordenado, um time que ia ser treinado apenas pontualmente responder aquele, aquela função. E aí o que eu conseguia fazer era: colocava muita gente pra dentro e quando eu ia falar, essas pessoas não faziam recompra. Na minha cabeça, isso era surreal, gente. Colo– o esforço de colocar toda vez um cliente pra dentro sem ter uma recompra, sem ter ele subindo na esteira de compra, é, é, encarece todo o processo.

Flavia Maia Singular: É.

Mayra da Starchy: trazer pessoas que fariam fidelizar ali dentro daquela marca, que iam trazer novas pessoas. Quando eu comecei a olhar o gap, eu vi que tava muito relacionado [00:12:00] à forma como os times tratavam cada projeto. Eles, é, tratavam– mesmo quando eles tavam empregados na marca, é, tem, tem essa história também, né, dos muitos CNPJs dentro do CNPJ, de cada setor se tratar como uma marca própria, né, que os outros setores da empresa parecem que são clientes internos dele. Não, não é uma mentalidade que faz sentido. E você trabalha não só com empresas no Brasil, mas como aí fora. Também já trabalhei com empresas aí fora. Essa história de, é, a, é, CNPJ dentro do CNPJ, brincando, né, falando, cada, cada setor se trata como único, e também essa história do, é, do retrabalho já tá incluído no valor do planejamento, isso aí fora não faz sentido

Flavia Maia Singular: Não, não faz. Eu acho isso absurdo. Eu acho isso absurdo

Mayra da Starchy: E não faz o menor sentido, porque se a gente trabalha com um sistema, com um processo que ele funciona, retrabalho ele é o fora da [00:13:00] curva, ele é o extra, inclusive que tem que ser visto como, é, tem que ser entendido no-no âmago. A gente tem que entender por que que ele foi necessário, onde é que a gente falhou, o que que a gente podia ter feito anteriormente pra poder vencer isso. Hoje em dia a gente já vira e fala: “Não, vou contratar essa pessoa porque ela me dá cinco ajustes”. Aí eu: “Gente, mas por que que a gente já tá trabalhando pensando no ajuste? Por que que a gente não pensa em trabalhar de primeira, acertar, fazer mais rápido e começar a ganhar caixa pra poder investir em outros projetos?”

Não, as pessoas já vão pensando na quantidade de ajustes que vão ter necessários, porque elas já entendem que elas não vão conseguir se comunicar de primeira. Na minha cabeça, não, isso é prejuízo.

Flavia Maia Singular: O nome disso é prejuízo, mas também tem que se avaliar duas questões. Tem que se avaliar esse ponto de que a pessoa realmente pode tá com essa mentalidade, ééé, de que realmente vai precisar sempre tá reajustando a rota, porque ela já não se vê capaz ou não percebe muito bem como aquilo vai funcionar.[00:14:00] 

Mas também existe uma coisa que eu gosto muito de implementar, que se chama o pensa rápido, muda rápido. A gente não sabe exatamente se as estratégias todas vão funcionar. É impo– é humanamente impossível, porque uma estratégia que funciona no teu business, Maíra, pode ser que não funcione no meu. Uma estratégia que funciona numa megaindústria, não vai funcionar no outro cara que é indústria, mas é de se– de um outro produto totalmente diferente.

As esteiras são diferentes, as pessoas são diferentes. Então eu, eu sempre levo muito, sempre carrego muito que a empresa, ela é a cara do dono. É o dono, ele é o espelho, ele é o centro da operação e ele é o espelho de tudo. Então se ele é

dono confuso, problemático de alguma, de alguma forma, todo o resto que vem em volta segue o padrão

Mayra da Starchy: o padrão. Sim, com certeza.

Flavia Maia Singular: Né?

Então eu acho que tem que se observar também se não é questão de aplicar a estratégia, medir e reajustar, porque isso é muito válido. Eu acho que aí é que mora o crescimento, quando você aplica, ajusta, não deu certo, muda e vai. É mudar toda vez,

Mas é perceber o que de fato funciona pro teu negócio, porque não é uma receita de bolo, não vem es-instantaneamente escrito o que que vai funcionar.

Agora, se nós testarmos e medir, legal, a gente começa a ter essa visão. Aí nós temos que separar essas duas coisas. O que que é teste de aplicação e o que que é, é derrota declarada

Mayra da Starchy: É. eu acho que a gente tem– a gente, é, a minha experiência é que aqui no Brasil a gente demora muito pra realmente colocar as coisas, é, pra teste. A gente tem essa busca de trazer primeiro o perfeito, por isso que eu acho que tem isso de do, do ajuste do fornecedor, que já vem embutido os 20 ajustes que ainda não foi pro ar. Então são 20 ajustes até ir pro ar, porque a gente busca ter o mais perfeito possível. E tem aquela coisa do, é, nem todos os setores compreendem necessariamente quem é o público[00:16:00] 

Flavia Maia Singular: Não

Mayra da Starchy: E eu acho que isso é perigoso e o mais perigoso é quando você acha que você é o público. Quando você toma decisões do: “eu gostei, eu não gostei, eu compraria, eu não compraria”. É um ponto de vista interessante? É, mas é perigoso. Ele traz essa, influência de que o nosso filtro pessoal de história pessoal, ele pode ser compartilhado em massa e não pode. Então o público vai me dizer quem é o público. O público vai me dizer como eles funcionam, como eles são. Então, uma parte do, do que a gente tem aqui é essa, essa visão de tentar aproximar os setores do público com quem eles tão falando. E quando eu falo assim, é fácil, né, eu vim do marketing, você da administração, do comercial, é fácil a gente tá próximo, né, da comunicação, é fácil a gente tá próximo do [00:17:00] cliente. Agora quando a gente pede pra um financeiro tomar uma decisão baseada no público, às vezes dá aquele medo, às vezes dá aquela confusão do: “mas não é meu trabalho, meu trabalho é cuidar da finança”. E isso eu acho que também atrapalha um pouco o processo, porque que nem a gente tava falando aquele dia, você traz muito bem isso de que todos os setores são responsáveis pela venda. Não é só o comercial, não é só o vendedor que tá dando a cara a tapa. Cada pessoa dentro da empresa é responsável por auxiliar a venda. essa noção, às vezes, a gente perde um pouco no dia a dia. E eu acho que ela é, ela é importante da gente aproximar. E eu acho que você fala nos seus processos, no Flávia Maia Singular, um pouco sobre como é que você faz esse, esse trazer sentido dentro do, desse processo aproximar até os setores mais distantes de quem realmente vai fazer a compra, que não é necessariamente quem tá [00:18:00] ali trabalhando no time.

Flavia Maia Singular: Com certeza. Eu trago muito pra essas pessoas da equipe, as missões, as visões e os valores daquela empresa. Porque eu acredito que como a gente fala de vendas o tempo todo e como você colocou muito bem, todos os setores da empresa participam de vendas, né? Todo-todos eles acabam vendendo, até porque a empresa vive disso.

Não existe setor financeiro se não tem ninguém botando dinheiro dentro de casa, né? Não existe marketing, se não tem o que vender. É, então todo mundo acaba fazendo seu trabalho, é, em prol de conversão de vendas. 

Problemas tecnológicos, tá tudo certo, não tem problema nenhum. Mas voltando que nós távamos falando ali da questão do, do funcionário, né? Da, do funcionário se integrar com, com essa parte da empresa.

E dentro da minha metodologia, eu entrego muito essa questão deles verificarem, é, se integrarem na missão, na visão e no valor. E os setores, eles trabalham um pelo outro. Então tem que ter um processo muito bem alinhado pra quando ter essa passagem de bastão e essa [00:19:00] passagem de comunicação, pra que aquela pessoa saiba o que ela está recebendo, mas dentro daquilo que é as competências dela.

Eu não posso realmente falar pruma pessoa de finanças tomar decisão com relação a vendas, porque ela não tem ferramenta pra isso. Os setores trabalham com suas ferramentas próprias. O cara do marketing entende muito de comunicar. O cara de vendas entende muito de converter. O cara do marketing converte?

Não necessariamente Ele converte sim, do jeito dele, com a ferramenta dele. Então nós temos que ter essa conversa até os setores mais distantes, porque até a pessoa que trabalha na limpeza e na organização de uma empresa, no cuidado, né, aquele banheirinho limpinho, aquele cafezinho organizado, aquela pessoa faz tão parte quanto e ela entende qual que é a visão daquela empresa, onde a gente quer chegar.

Todo mundo ali trabalha prum propósito, ali não é autopromoção. É o que eu, com as minhas habilidades, o que eu sei fazer de melhor, consigo me [00:20:00] integrar, porque o pertencer faz parte, você tem que se sentir pertencente daquela organização. Os seres humanos buscam isso, é um propósito ser pertencente. Então eu tenho que, dentro das minhas habilidades, pertencer.

E a diretoria, os gestores têm que estar atentos a como eu faço esse, esse pertencimento, aproveitando as qualidades e as habilidades de cada um dentro dos setores e fazendo com que eles entendam que ali não é uma competição entre setores e que é possível expor as suas ideias de forma a acelerar o trabalho e não de forma a paralisar o trabalho

Mayra da Starchy: Sim, a gente vê muito isso nos relatórios. Eu acho que o relatório é o ponto no final do ano ele-ele causa muita ansiedade. Não só a execução do relatório, mas a importância de integrar relatórios. Então a gente sempre tem o relatório do final do ano, só pega as métricas do final do ano, mas a gente tem aqueles relatórios rápidos pra poder a gente fazer pivotagem de [00:21:00] processo no meio das campanhas.

Black Friday,

Flavia Maia Singular: bye

Mayra da Starchy: de final de ano, que, é, ele acontece de forma, é, inerente, né? A diretoria senta, fica batendo dados todo dia, mas eu sei que um relatório construído apenas para o setor, ele vai funcionar apenas pra quem tem aquela visão estratégica, aquela visão técnica. E uma coisa que-que eu sempre apliquei muito quando tava dentro dos meus trabalhos, era entender qual era o tipo de relatório, e isso a gente faz hoje em dia quando a gente faz story data dentro das empresas, qual o tipo de relatório que eu preciso ter pra empresa e pra dentro do meu setor. a gente não só tem que entender o dado, história do dado, mas a relevância do dado que eu tô aplicando. A gente tem que entender a questão do: será que o, é, a, o setor de TI entendeu as re– [00:22:00] entendeu o que o RH tá apresentando? daquele dado? Será que o dado que o TI tá apresentando, ele tá sendo utilizado pelo marketing? Será que ele tá sendo usado pelo comercial? Qual é a relevância de eu trazer uma enxurrada de dados que não vão comunicar nada e não vão ajudar o setor ao lado a tomar a decisão? Num momento onde a gente tem, é, um grande período de campanhas, um grande período de oportunidades e a gente tem uma enxurrada de dados das quais a gente não, nem sempre tá conseguindo ler, nem sempre tá conseguindo entender, nem sempre a gente tá conseguindo fazer a balança correta, não tá com a interpretação, não tá com a história do dado ali com a gente, a gente tem um acrescente também na ansiedade às decisões que a gente vai tomar. Então cada liderança, ela é responsável pra fazer a análise dos seus próprios dados, mas os dados da empresa tão integrados. Então o problema fiscal, ele vai afetar [00:23:00] na, na disponibilidade, por exemplo, de boleto na hora da compra, que vai afetar o comercial. O pico de contratação de extranatal vai afe-afetar diretamente no processo de atendimento. Então, as áreas elas tão conectadas dentro do

Flavia Maia Singular: Com certeza.

Mayra da Starchy: e a gente às vezes tá falando línguas completamente diferentes.

Flavia Maia Singular: É, mas aí é que tá. Mora aí uma questão pouco vista, pouco vista pelos gestores. A cadeira da estratégia, a pirâmide organizacional, certo? Estratégico não é o topo? E embaixo não é o chão de fábrica?

Todas as– os dados, eles servem pra quê? Pra direcionar a estratégia. E se a estratégia vem do topo, por que que eu estou terceirizando a aplicação de estratégia?

Porque o que que faz a estratégia? Direciona as pessoas. Então eu tenho números que ditam a estratégia para que a estratégia direcione as [00:24:00] pessoas. Então eu tenho aqui em cima um estratégico que pega o número, joga pro tático e o tático tem que d-definir o que que tá na cabeça do estratégico,

Mayra da Starchy: Adivinhar, bola de

Flavia Maia Singular: adivinhar.

Uma bola de cristal lindona.

Mayra da Starchy: falar com os

Flavia Maia Singular: É,

Mayra da Starchy: minha

Flavia Maia Singular: é

Mayra da Starchy: de cristal não funciona pra sua cabeça, sua bola de cristal funciona pra mim? Então por que que a do seu liderado vai ter que funcionar?”

Flavia Maia Singular: É exatamente isso que acontece. Então, o que devia vir refinado do estratégico pro tático, não vem, vem cru, vem bruto. E daí você tem mais gestores no tático do que na ponta estratégica. E daí o que que acontece? Cada um interpreta de uma forma. Logo, faz a estratégia cada um a seu modelo. Se eu entendi que é rosa, o outro entendeu que é verde, o outro entendeu que é azul, e depois a culpa é de quem?

É do tático que não sabe fazer rodar a estratégia que tá na minha cabeça

Mayra da Starchy: E a gente tem muito disso, de-de, [00:25:00] é, acreditar. a gente– hoje em dia a gente anda aplicando muito, Flávia, o, hã, o treinamento de escrita cognitiva, que a-a primeira coisa que eu entro numa empresa, eu falo assim: o quão irônico é eu estar falando com ele sobre escrever na época da IA, onde eu f-eu falo com qualquer líder, ele diz assim: “Pô, mas eu tenho IA, pra que que eu vou ter que escrever? meu cérebro”.

Flavia Maia Singular: Terceiriza, vai?

Mayra da Starchy: vai, terceiriza, vá. É o que a gente tá– o MIT fez o teste, né? Eles analisaram ano passado um monte de projetos de IA, de pilotos, 95% dos projetos falharam.

Flavia Maia Singular: Não, e eu vou te falar uma coisa muito curiosa. Eu comecei agora uma especialização no MIT

Mayra da Starchy: Maravilha

Flavia Maia Singular: voltada pra business. Então é o Lab Business e tem mais umas outras características que vai englobar tanto a tecnologia quanto o business. E as minhas primeiras aulas foram exatamente sobre isso: [00:26:00] a importância do humano, da manutenção do humano, do desenvolvimento humano

Mayra da Starchy: de lado. As pessoas começaram a achar que elas iam ter muita produtividade, muito lucro, né? Uma coisa batendo muito também na tecla da Ford, né, que há ano– há dois anos atrás demitiu uma galera, implementou IA. Quando chegou o prejuízo em bilhão, na casa do bilhão, o diretor falou: “Vamos lá, acho que a gente tinha que recontratar aquele pessoal. é que tá o preço deles? Tá mais caro agora?” Recontrataram mais de trezentos engenheiros chefes, porque o projeto não tava pronto pra seguir, porque faltou o fator humano. É, e eu chego com essa ironia dentro das empresas falando: você quer um pensamento mais crítico? Você quer eliminar a, a atrofia de pensamento, atrofia cognitiva? Quer fazer com que os líderes tomem decisões melhores, com que eles consigam fazer gestão das pessoas na equipe deles? É, a gen– eu fa– eu bato muito na, na definição do que é uma [00:27:00] decisão e todos os processos cognitivos que tão ali dentro, todas as funções que você precisa desenvolver. E a gente já tinha a resposta, todas elas a gente consegue desenvolver com a escrita.

Flavia Maia Singular: Com certeza

Mayra da Starchy: cére-nosso cérebro, através de escrita e da leitura, ele já consegue desenvolver o pensamento crítico. E quanto mais a gente tá tentando terceirizar, não tomar mais a decisão por a gente mesmo, é onde tem esse, esse dado que tá– é MIT ano passado. Noventa e cinco por cento dos projetos de IA falharam. Isso é um investimento enorme, mundial, que não tá retornando. E a culpa não é necessariamente na IA. A IA é uma ferramenta. É uma ferramenta que pode ser muito incrível ou pode ser esses noventa e cinco por cento de– que teve que jogar no lixo o projeto, que não viu lucro, que não sabe onde é que tá o problema. E é, é irônico eu chegar na empresa e falar de escrita hoje em dia, porque a escrita ela ainda [00:28:00] é um dos grandes autorreguladores que a gente tem. E a gente conseguir compreender aonde tava o problema. Então um dos primeiros passos que a gente chega com o método PISA, Flávia, a gente chega na empresa e o primeiro exercício, eu falo assim: pensa num problema que cê teve ontem. Aí eles pensam no problema que cê teve com alguém, o problema ontem. Pensa nesse problema. E é quando eu começo a dissecar em perguntas e fazer desafios pra gente reduzir, a pessoa começa a criar um repertório interno entendimento de por que que isso aconteceu e onde é que tava a falha dela, onde ela, é, achou que tava comunicando e não comunicou como essa comunicação não precisa acontecer. E a gente parte, inclusive, assim, eu parto de– eu trago perguntas de simples assim: você escreve em uma frase qual era o medo dessa pessoa quando– antes de você entrar na sala E isso altera o nível de deci– o nível não só [00:29:00] de resposta que a gente vai ter do nosso pedido. Então pode ser um gestor excelente, que tem uma comunicação muito boa, mas se ele não consegue entender que o time dele já está sobrecarregado, o time dele tá com medo de ser demitido agora no final do ano, por ter as famosas barcas que passam também. Se o time dele já tá partindo desse lugar, a comunicação dele precisa ser estratégica para que ele seja entendido e re– eliminar todos os problemas, todos os atritos que tem no caminho. E a gente tá perdendo um pouco da-da base, né, da comunicação, da-da conversa, da, do diálogo, da escrita, né? A gente, é, o-os-o-os as reuniões que podiam ser o e-mail, elas são sintoma, elas não são o problema, o problema é antes disso. O problema é a comunicação de: pra que essa reunião existe? É, quem chamou a reunião? Qual era o objetivo? Por que que o objetivo não foi alcançado? Por que que a gente não [00:30:00] definiu próximos passos? Como é que vai ser o acompanhamento desse projeto a partir disso? E por que que tem reunião de alinhamento pra marcar reunião de alinhamento? Eu nunca entendi isso. eu nunca entendi isso. Reunião de alinhamento pra marcar reunião de alinhamento.

Flavia Maia Singular: faz sentido nenhum

Mayra da Starchy: Pra que tanto alinhamento? É só a gente dizer: “Olha, eu queria que a gente executasse isso aqui. A gente tá com esse problema”. Você consegue resumir o seu problema numa frase? Isso já modifica muito.

A gente tem uma-uma tendência também a achar que se a gente é muito complexo nos nossos problemas, nos nossos resultados, a gente é muito essencial pra empresa Mas às vezes a gente tá criando um problema desnecessário

Flavia Maia Singular: Completamente

Mayra da Starchy: pra gente, pro nosso funcionamento, pro nosso dia a dia. E eu acho que esse é um cenário muito perigoso que a gente chega atualmente, com líderes que estão prejudicando, uma, um, uma base de força que tá [00:31:00] entrando no mercado, é, emocionalmente, às vezes abalada, né, que a geração Z ela tá chegando com um certo abalo de desenvolvimento. Teve um desenvolvimento aí muito forte das redes sociais, da pandemia e tá chegando um pouco resistente, não sei se você tem essa impressão também, resistente a alguns processos, mas também muito abalada emocionalmente.

Flavia Maia Singular: É.

Mayra da Starchy: gente tem as pessoas mais velhas que tão resistentes à tecnologia. Então a gente tem um cenário de muita dor envolvida dentro das empresas que tá chegando no, no limite do cin– cê, não sei se viu, cinquenta e seis por cento de turnover no Brasil é a média.

Flavia Maia Singular: é

Mayra da Starchy: é assustador. Quarenta e sete por cento dos gestores falam que tão mais sobrecarregados hoje do que tavam um ano atrás. Isso é assustador. E o Brasil como um dos países campeões de depressão. é assustador, a gente é o país da caipirinha, do, do Carnaval, do futebol, do samba. A [00:32:00] gente é um país também campeão da depressão.

Flavia Maia Singular: É, essa questão da depressão tem que se olhar também, porque o Brasil de território é muito grande, né? Então quando você avalia números, é, se você for avaliar o percentual de pessoas versus o tamanho do país e for olhar outros países, você vai ver que essa conversa não é bem assim, né? Ela– não, não dá pra generalizar nesse ponto, é porque o Brasil é muito gigantesco.

Então quando você pega o tamanho do Brasil versus o número, é extremamente expressivo. Mas se você for pegar outros países da Europa versus a quantidade de pessoas, você vai ver que o número fica muito pior. Fica muito– é muito mais gritante, né, essa questão da depressão

Mayra da Starchy: eu acho que o, o dado que eu peguei foi era da USP, que eles fizeram um dado, é, eles tratam esse dado desde 2017, antes da OMS pegar, eles fazem per capita. Então eles fazem a cada

Flavia Maia Singular: Ah, entendi

Mayra da Starchy: E tem um dado da Gallup também muito essencial, saiu ano passado, que o Brasil é dois vírgula cinquenta e seis, uma coisa assim, eu posso ter– eu depois ponho a correção então, mas acho que é [00:33:00] dois vírgula cinquenta e seis por cento abaixo da média de felicidade no trabalho mundial.

E isso, isso é, é porcen– é percentual, né, então é dado mesmo. E, e a gente tem, assim, é, a, a média desses países que a gente– país que cê tá pensando aí, que cê tá aqui ouvindo a gente, esse país que você pensou, ele tá incluído na média. Você pensa assim: “Gente, mas ele tá”– ele também tá incluído na média. Talvez ele teja abaixo da gente, mas todos os países que geram problema, que têm dificuldade, eles puxam a média pra baixo.

E o

Flavia Maia Singular: Com certeza

Mayra da Starchy: puxando a média pra baixo sobre, é, é um país que ele tá hoje em dia no limite da infelicidade no trabalho. Isso é, é, é assustador. E isso também leva a gente ao mei– a mais de meio milhão de pessoas afastadas no INSS ano passado por questão de saúde mental. sei se cê já precisou ir no INSS, Flávia, eu já,

Flavia Maia Singular: Já, também[00:34:00] 

Mayra da Starchy: por outros motivos, e cê sabe que não, não é fácil, né?

Eles não, eles não gostam de dar dar o afastamento, não. Eles

Flavia Maia Singular: Não,

Mayra da Starchy: afastamento pra qualquer coisa. Então é um número gritante, isso acho que representa a fragilidade que a gente tá agora, que também não, não entendam mal quem tá vendo isso e que não é executivo de empresa, mas é obrigação da empresa te trazer uma vida feliz. Mas é obrigação da empresa entender que o– entender que o cenário das pessoas, dos times delas, é, tá dentro de um processo atual e se elas querem ter lucro, elas precisam desenvolver processos que nem o que a Flávia citou hoje, do Flávia Maia Singular, que vão desenvolver aquele time pra que ele consiga chegar na alta produtividade e que não seja pontual, não vai ser só no final do ano, que seja o ano inteiro

Flavia Maia Singular: É, eu defendo muito que [00:35:00] existem milhões de formas de fazer e existe a forma que fica confortável pro teu negócio. Então dentro disso, a gente consegue adaptar muitas coisas, processos mais alinhados, de acordo com a capacidade da tua equipe, de acordo com aquilo que você tá disposto a desenvolver e ainda assim ter bons resultados com isso.

A gente tá num mundo hoje em que os diagnósticos de neurodivergência estão muito altos. Quando eu entrei no mercado de trabalho, que já faz um bom tempo, quando eu entrei no mercado de trabalho, eu já fui CLT, eu sei muito bem o que é isso, eu não venho de família rica. Muito pelo contrário, a minha história foi mesmo uma superação muito grande de muita coisa.

E eu sei o que é você tá numa empresa, aonde você tem um gestor doente, precisando de cuidados psicológicos, emocionais, tentando levar a empresa dele, deixando os seus funcionários também mais fragilizados com tudo, pela falta do processo ou até pela falta do próprio entendimento, né, de si próprio, então ele acaba despejando isso nos outros.

Ééé, eu venho acompanhando isso no mercado há bastante [00:36:00] tempo. E as pessoas hoje, a nova geração tá intolerante porque viu o que os pais passaram, percebem que aquilo com a, a quantidade de informação que nós temos hoje, que aquilo não é saudável. E as empresas, é, eu defendo que as empresas precisam olhar pra nova gestão.

Não dá pra fazer gestão de empresas com os ensinamentos de uma graduação, com os ensinamentos de um livro que ainda fala de Ford. É tudo muito bonito, é tudo lindo. Cara, esse– é fi– é histórico, formou o que nós conhecemos hoje como empresa, revolução industrial, coisa linda, mas não funciona mais assim.

Então enquanto as empresas não f– não entram pra nova gestão, não abraçam a tecnologia como algo complementar e não como algo que vá substituir, e não percebem que o capital mais valioso que elas têm são humanos, e começam a praticar essas ações pra conseguir equilibrar e equalizar humanos. [00:37:00] Aí é muito difícil lidar com pessoas: “Olha, pega a senha, querido.”

Pega lá a tua senha, inclusive se inclui nessa, porque tu também é um ser humano e deve ter alguém que olha pra você e fala: “Tu é difícil de lidar”. Então isso serve pra todo mundo. Não é especial de uns ou de outros. Há uns mais complicados, há outros menos complicados, mas o que que eu quero pra minha empresa?

Até onde eu quero chegar? Como eu quero crescer? E alinhar esses processos a essas expectativas, junto da tecnologia, que vem muito bem-vinda sempre, pra você alcançar um crescimento saudável. Há empresas que eu fico fan– eu fico fascinada, é, com a forma que elas tratam as pessoas e o como as pessoas retribuem isso.

Eu falei ali atrás sobre o pertencimento, o quanto as tuas pess– as pessoas da tua empresa pertencem àquele processo. O quanto você englobou elas dentro do teu processo, o quanto elas entendem com profundidade o teu sonho. Porque não é o sonho delas, desculpa, [00:38:00] é o teu. Mas elas compram o teu sonho, elas compram você, elas vestem aquela camisa.

Então o quanto elas estão engajadas nisso? E é uma troca, porque não existe almoço grátis. Então do mesmo tempo que você faz isso por elas, elas fazem por você. Agora, quando você só quer que elas façam por você, o desequilíbrio vem e vem muito forte dentro da tua empresa. E vem em– ele sintomas: saúde, processos que não andam, gestores com ego hiperinflado, se bem que gest– a, a parte da gestão com ego inflado, vamo olhar pra, pro dono da empresa, né?

Vamo vai lá atrás pro espelho.

Mayra da Starchy: você falou, é o espelho que você falou.

Flavia Maia Singular: Vamo ver pro espelho. Então há muitas questões nesse sentido que devem ser olhadas com muito carinho. É uma– empresas e funcionários é uma via de mão dupla. Quando você cuida dos teus, os teus cuidam de você. Sempre é assim. E tem empresas tão lindas fazendo esse trabalho[00:39:00] 

Mayra da Starchy: Eu acho que isso muito sentido com, é, com esse pico do final do ano que a gente tá falando do, é, que tipo de gestão você tá escolhendo trazer pra sua empresa, porque esse é o tipo de, de gestão que vai voltar. O cliente sente. O cliente sente. Nã-não, não dá pra gente acreditar que, hã, o que a gente tá entregando não vai ser correspondido diretamente na entrega, no, no que, no que tá sendo percebido de nós. Tem um, é– 2026 tem muitas novidades em, em termos de coisas diferentes que a gente tem pra falar hoje em dia sobre gestão de empresa, né? E que bom, porque eu sempre– eu sou bem contra o: “Mas sempre foi assim”. Isso não funciona. Se não tá certo agora, não funciona. Mas [00:40:00] teve o– o LinkedIn colocou um botão pra você dizer se aquilo ali era AI slope, se era um, um material feito com desleixo na IA. o botão já foi apertado um milhão de vezes As pessoas tão sentindo, elas tão vendo. Seu cliente sabe, cliente entende se aquilo ali foi pensado, é, por uma equipe que-que-que vai devolver a compra pra ele, porque quando o cliente também compra de você, seja um produto, seja um serviço, ele sabe que tem todo um circuito ali em volta dele pra poder fazer aquilo chegar. E ele sabe quando aquilo ali tá voltando ou não tá voltando. Serviço é até um pouco mais, direto, né? Serviço você vai passar por outros humanos, geralmente. mesmo na-no processo, em todos os pequenos processos de ponto de contato que você tem com o cliente, vai fazer com que ele entenda se, [00:41:00] se-se valeu a pena investir em vocês. E se dentro de vocês, vocês não têm certeza se tá valendo a pena que invistam em vocês, se seus funcionários– saiu uma-uma pesquisa da The Happiness Index que disse que quase cinquenta por cento dos brasileiros não recomendam a própria empresa que trabalham

Flavia Maia Singular: É. É tristesse?

Mayra da Starchy: Se, se vocês não garantem, se vocês não se defendem, se as instituições, é, não, não entendem o propósito daquele trabalho, é, isso é percebido. Se você não tá fazendo isso e seu concorrente tá fazendo, adivinha quem vai andar em 2027 e quem vai ficar pra trás? Então, é, e-eu acho que essa é a mudança que a gente tem aí 

Flavia Maia Singular: Posso te contar uma história, Maíra, pra você e pra quem tá nos assistindo? Bem rapidinho, de uma padaria, aonde isso que nós estamos falando ficou [00:42:00] extremamente visível a olhos nus. É uma padaria que eu adoro. Eu frequento muito, gosto demais, acho, assim, o produto deles de muita qualidade. Quando inaugurou, eu fui na inauguração, as pessoas tavam sempre felizes, porque você consegue ver a parte da produção.

Então você consegue ver quem está produzindo. Você consegue ver quem está produzindo, você consegue ver quem tá te atendendo, é, é um espaço assim, muito bem elaborado e eu adoro. E eu fui lá uma vez, na inauguração, adorei. Fui umas duas vezes depois que inaugurou, fantástico, sem reclamações nenhumas. Na terceira vez, eu percebi que as pessoas não estavam com a mesma energia.

O pessoal na, na área de produção, cara fechada, o outro menino no descanso dele sentado com a mão na cabeça assim. A outra pessoa lá no caixa me atendendo e a outra do lado com uma cara assim de que: “o que eu tô fazendo aqui, pelo amor de Deus, me tirem daqui”, que tu percebe que a pessoa quando ela tá em treinamento, ela, ela tem um certo desconforto, mas quando [00:43:00] ela tá em treinamento jogada aos vento, ela fica extremamente mais desconfortável, porque uma coisa é você tá com um gestor que tá te dando atenção e que tá te treinando de fato.

Outra coisa é aquele treinamento. Vai lá, vê o que eu tô fazendo e tenta fazer aí, vamo embora. Se eu fizer uma estrelinha aqui, tu vira também. É mais ou menos assim. E eu esse dia fui e pedi algo pra comer e eu não gostei do que eu comi. Eu falei: “olha, um dia mal na produção”. Pronto. Fui outra vez, pedi um, um pedaço de um bolo de cenoura, extremamente difícil de se achar por aqui, porque não é cultural deles.

E eu falei: “vamo comer um bolo de cenoura pra matar a saudade do Brasil”. Pedi o tal do bolo de cenoura. Tava horrível. E eu olhei em volta, a mesma situação acontecendo. Essa semana eu voltei lá, porque eu não me dou por vencida. Eu falo: “não é possível, não é possível o que está acontecendo”. Voltei lá e as pessoas na área de [00:44:00] produção eram outras Mudou a equipe e a comida voltou a ficar boa.

Mas agora eu vou se– deixar uma pergunta pra todo mundo refletir: voltou a ficar boa até quando? Porque eu tô falando de uma linha de produção, aonde, em tese, pelo menos deve ser, não estou dizendo, porque eu não sei como é que funciona a administração daquela padaria, eu sou apenas uma cliente. É, em tese, deve ser quando você faz uma receita, aquela receita tem as contagens e a pessoa que vai produzir segue as contagens, até pra poder calcular as perdas, pra poder calcular o, o custo do investimento, a pessoa tem que ter.

Quando se lida com comida, é tudo na ponta do lápis, tem que ser, porque senão você vai quebrar. Então eu penso que eles devem ter esse tipo de controle. Então levando em consideração de que as receitas são tabloides, control C, control V, não deveria se sentir tanta diferença no sabor. Mas era nitidamente de quando abriu pra [00:45:00] esse meio tempo que eu percebi que as pessoas ficaram infelizes, pra esse outro momento em que as pessoas foram completamente trocadas, que voltou a ter sabor.

Mas vai ter sabor até quando?

Mayra da Starchy: Essa é uma pergunta que fica pra, pro gestor, pra quem tá no executivo, pra ele entender se ele mudou e com isso os times começam a espelhar ele ou ele tá apostando no burnout,

Flavia Maia Singular: Eu conversei com o gerente

Mayra da Starchy: apostando no burnout, né? Tu vai até o desgaste, aí apaga a luz, uma outra.

Flavia Maia Singular: É.

Mayra da Starchy: apaga a luz e vai pra outra. Mas cê falou com o gerente, o que o gerente

Flavia Maia Singular: Falei com o gerente, mas fui falar com o gerente na minha perspectiva de cliente. Falei: “Olha, comprei isso aqui, não gostei, não tava bom. Quero só te dizer, porque eu, eu não quero ser indelicada, mas o que eu vou comprar hoje eu quero saber de quando é. Porque pode ser velho, pode não ser velho, né? Eu quero saber o que que, o que que está [00:46:00] acontecendo”.

Me pediu imensa desculpa, falou que já tinha conversado com o dono e ele me expôs o peso que ele tava sentindo, sem eu pedir. Sem eu pedir. Ele simplesmente me expôs e eu fui supergentil com ele, porque ele não tem culpa, as decisões não vêm dele, mas fica muito nítido aquilo que nós já falamos. O estratégico jogando pro tático, o tático apagando incêndio, a parte da produção sobrecarregada, porque o tático não foi feito pra pensar nisso dessa maneira E daí você vê uma equipe toda.

Ele perdeu pessoas que estavam ali e que fizeram uma inauguração fabulosa. A inauguração foi incrível, a comida tava assim, ó, sabe quando tu prova uma comida que tu sabe que aquilo tá especial?

Mayra da Starchy: Feita com amor, né? Aquela,

Flavia Maia Singular: Com amor,

Mayra da Starchy: amor junto

Flavia Maia Singular: tava bom demais, ti– fazia sentido, todo mundo que foi comigo gostou, falaram bem. E daí as pessoas foram ficando sobrecarregadas.

Alguma coisa ali dentro não [00:47:00] funcionou. Quando eu falei com o gerente, ele me pediu desculpa, ele foi supersimpático comigo e ele, de uma maneira discreta, né, porque também não pode ser assim, mas ele f– ele jogou tudo o peso que ele tava sentindo numa conversa. “Eu já falei com a dona, eu já falei pra ela que não pode ser assim, eu já falei pra ela isso, eu já falei pra ela aquilo, eu já falei não sei o quê”, e eu: “Tá tudo bem

Mayra da Starchy: Ele defendendo o propósito do lugar,

Flavia Maia Singular: É.

Mayra da Starchy: os clientes,

Flavia Maia Singular: É. Porque ele falou:

Mayra da Starchy: não

Flavia Maia Singular: “Eu sei que é um produto de preço diferente. Eu sei que a gente cobra mais caro, eu sei.” Ele falava assim e eu: “Eu já entendi. Não precisa, não, tá tudo certo.” Naquele dia eu nem me apresentei como devia, porque também tava, né, tinha mais movimento ali, mas a minha vontade era de falar assim: “Senta aqui comigo, nós vamo conversar.

E chama o dono também que nós vamo conversar.”

Mayra da Starchy: Acho que esse pode ser uma boa, uma boa lição pra quem tá ouvindo a gente. Quem você quer ser? Você quer ter, você n-quer ter esse momento na [00:48:00] inauguração todos os dias? Você quer ter um terceiro trimestre só com esse momento de inauguração, as pessoas se dedicando pra sua empresa, as pessoas– que o trabalho delas ele é sentido pelo cliente, que o cliente vai voltar? Ou você quer ser aquela empresa que tem um pico e logo em– depois tem uma queda de produtividade e as pessoas param de lembrar de você, de se importar? No mundo hoje em dia, onde a memória tá escassa, você quer ser a empresa que vai ser esquecida, que vai falhar, ou você quer ser aquela empresa que vai perdurar, mesmo se a gente não ver um TikTok, um Reels, um anúncio seu, você vai querer continuar na nossa mente.

Acho que essa é a disposição que a gente precisa fazer. time, ele vai conseguir sustentar essa produtividade? Eu adorei essa história, Flávia, achei que é uma história muito boa, que ilustra muito bem aquilo que a gente vai passar nos próximos meses.

Flavia Maia Singular: Vai, vai [00:49:00] passar. E não é nos próximos meses, né? É o, é o– que os próximos meses seja pra

Mayra da Starchy: é um

Flavia Maia Singular: boa parte, exatamente, que as pessoas enxerguem isso como um chega,

E não como: “ai, mais um se– mais um se– mais um trimestre aí”, enlouquecidamente. Mas enxerga isso como um chega. Começa 2027 com planejamento. Olha pra tua equipe, organiza o que tem que organizar.

Natal tem todo ano, Black Friday tem todo ano. Se não botar um– a, a única coisa que eu perdoo é pandemia. Quando eles vêm falar comigo, porque eu, eu faço– vocês todos devem conhecer, se não conhecem, deveriam conhecer uma ferramenta chamada FOFA ou SWOT.

Mayra da Starchy: Uhum!

Flavia Maia Singular: Deveriam conhecer, se não conhecem, vão pesquisar que é superboa

Mayra da Starchy: gente. Bom demais

Flavia Maia Singular: E tem ali uma, uma parte de ameaças.

E quando eu olho pra ameaças de uma empresa, eu olho pra coisas que eu não tenho controle. Não vamos falar de, né, [00:50:00] da-da-da turbulência. Não vo– não vou nem falar aqui porque isso gera choques, mas não vamos falar de economia, né, do mundo, porque a economia do mundo vai caminhar do jeito que ela tem que caminhar e não é o seu negócio aí na sua empresa, na sua cidade, que tá impactando diretamente a economia mundial.

Cê faz parte da, mas não é o decisor da. Por isso, toca teu barco, faz teu-teu-teu planejamento. A única coisa que eu falo que eu perdoo é pandemia, porque a gente nunca sabe quando vai existir, mas se eu coloco ela na SWOT como uma ameaça já sabida, eu consigo trabalhar possibilidades pra não sofrer aquela penalidade.

As empresas que na época já tinham trabalhado com essa possibilidade, porque eu me lembro ali, a gente já trabalhava com possibilidades de crises de saúde, ninguém chamava de pandemia, mas nós dentro dos planejamentos chamávamos de crises de saúde, impactos de saúde, é, essas pessoas já estavam deixando as suas, é, os seus setores híbridos, presenciais, [00:51:00] online, já tavam fazendo implementação de tecnologia que desse pra trazer, até pensando no conforto das mamães, pensando no conforto aí de outras pessoas, né, que às vezes passavam por um período ali que precisavam se afastar.

Então já tinham empresas pensando nisso e calhou muito bem, porque quando veio a pandemia, serviu pra todo mundo. Até restaurantes que descobriram que fazer entrega valia a pena, muita gente mudando ali pra, pras empresas de entrega, né? Então isso foi bem, foi, foi bem bacana, mas tem que tá previsto em algum planejamento, né?

Então acho que é muito importante usar esse final de ano que você tá se sentindo sobrecarregado, pressionado, ansioso, com a tua equipe dando burnout ou acontecendo qualquer outro incêndio dentro do teu negócio, como um basta. Chega. Esse ano vai assim, porque agora outubro dá pra salvar? Dá. Se você se empenhar, fofinho, tu consegue.

Mas se for um caso que, por enquanto você perceba [00:52:00] assim: “hum, agora já se foi o boi com a corda”, coloque um basta. Comece janeiro com planejamento. Vai fazer o fechamento do ano? Já pense no planejamento do ano seguinte. “Ah, não quero planejar muito tempo à frente”. Pelo menos os próximos seis meses. As coisas são sempre iguais, dependendo do setor de atuação

Mayra da Starchy: Exatamente. E a gente tem, é, essa questão do– eu gosto de– você falou do boi com a corda, porque eu ando falando muito sobre, é, uma expressão da minha avó, que é: “Não colocar a carroça na frente dos bois”. Vamo fazer do jeito certo, vamo fazer na ordem que precisa ser feita, porque talvez ande, talvez, a carroça na frente dos bois, você talvez consiga andar, mas é tão mais difícil do que fazer direito. É tão mais complicado. Vai te deixar tão mais pra trás do que os outros que estão fazendo certo. Então, agora final do ano é um momento complicado. Não deixa a peteca cair, não deixa o seu time se desestruturar. Olha pra [00:53:00] eles. Entende que talvez não, não tenha como diminuir a sobrecarga nesse exato momento. Mas final do ano também é período de planejamento de 2027, né? Janeiro tá– vai começar a bater na porta daqui a pouco. Então se você já tá fechando as suas metas, já tá fechando suas métricas, planejamento de 2027 é essencial. Senta e planeja. Que nem a gente falou, Black Friday tem todo final de ano, Dia das Mães também tem todo ano,

Flavia Maia Singular: Namorados é todo ano, Dia dos Pais

Mayra da Starchy: festas juninas, festa junina tem todo ano.

Flavia Maia Singular: Pascóa

Mayra da Starchy: e cria seus momentos cíclicos dentro da empresa, dentro da comunicação, dentro do que você pode entregar. Mas isso precisa ser visto com antecedência. Então, não deixa o time cair. Não perde a esperança também de que existe aí um processo do ano que vem. Se você quer entender um pouquinho melhor o que que é o Flávia Maia Singular, [00:54:00] dá uma olhada, a gente vai botar o link aqui pra vocês poderem participar de um quiz, né, Flávia? Pra poder

Flavia Maia Singular: Exaaato! Exatamente. E eu quero aproveitar essa tua última fala. Também quero trazer uma, uma reflexão boa pra vocês, que é: a gente tá falando de final de ano e de impacto de vendas, de– nesses pe– nesse período final, né? Dessa pressão final, por conta do fechamento da empresa, dos números e etc. E tem muita empresa que já coloca um veredito de que final de ano não se vende, ou começo de ano até acabar o carnaval não se vende.

E tudo isso, eu quero tranquilizar você, meu pequeno pupilo que está nos ouvindo, que é tudo com planejamento. As empresas que se planejam não deixam de vender nunca. Pode tá carnaval, pode tá natal, pode tá no ano novo e o dinheiro tá caindo. Então pensa nisso, porque hoje você talvez não enxergue essa realidade, porque te falta planejamento.

E como você descobre os gargalos? Aí vem o quiz. [00:55:00] Eu juntei tudo que eu conheço, tudo que eu sei e tentei facilitar isso, botar dentro de um quiz, onde você responde umas 30 perguntinhas. Por que 30? Porque é profundo, gente, não é de brincadeira. Isso aqui é um diagnóstico da sua empresa, tá? E de uma maneira bem descontraída, bem leve, porque eu gosto de trazer essa leveza, não gosto dessa coisa, é, é, empresa pegando fogo, não é comigo, gente, eu não sou bombeiro.

Eu não sou bombeiro. Eu gosto dessa coisa leve, da gente implementar saúde nas pessoas, implementar processos saudáveis. Então, esse quiz, ele é muito gostoso de fazer e ele vem depois com um diagnóstico bem detalhadinho do que que tá acontecendo, onde é que tá o gargalo dentro dos cinco pilares, o que que tá pesando aí na tua empresa, pra você dar uma olhada mais profundamente pra isso.

Então eu recomendo que vocês façam. É gratuito e tá à disposição dos dispostos. Uma amiga minha falou isso esses dias, achei fantástico. À disposição dos dispostos

Mayra da Starchy: Eu vou começar a usar isso [00:56:00] também. É, se você tem algum interesse em tentar entender um pouquinho do que que causa o pensamento crítico gente poder fazer uma ação aí de implementação do que eu tô chamando de sistema de saúde de clareza dentro da cabeça dos seus líderes, agora em outubro vai ter mais informações aqui na descrição, a gente vai ter uma aula sobre como a escrita estruturada ela pode melhorar a performance durante a Black Friday, durante Natal, durante Ano Novo, durante todas

Flavia Maia Singular: Durante a vida, né?

Mayra da Starchy: durante a

Flavia Maia Singular: a vida

Mayra da Starchy: É o primeiro passinho, a gente vai– nessa aula eu vou ensinar dar o primeiro passo, primeiro mesmo, você sair da aula com a primeira tarefa para os seus líderes não entrarem em pânico. Essa aula a gente já fez agora, a gente fez em agosto, a gente fez em setembro, agora ela vai ter o tema da Black Friday. Mais de oitenta [00:57:00] pessoas participaram. Maravilhoso, muito bom sentar, conversar com vocês, gratuito, bate-papo e já te mostrar as primeiras etapas de treinamento de escrita cognitiva que a gente tem no Start, que é um processo que ele é feito pra durar, que nem a Flávia falou, é, ele é feito pra durar. Então a gente entra na sua empresa, a gente passa dois meses trabalhando esse sistema de clareza mental na liderança pra que ele possa se sustentar ao longo do ano. Então não seja pontual. Mas emergencialmente, no momento em que estamos, a gente vai dar o primeiro passo pra que a sua equipe não entre no caos da sobrecarga. A gente quer líderes que vão prosperar, que vão te trazer produtividade em times que funcionem, times que não adoeçam, em times que te tragam lucro, porque isso é o mais importante.

Flavia Maia Singular: Com certeza

Mayra da Starchy: mental dos seus times ela tá diretamente associada ao seu lucro. E quem tá vendo isso, um passo à frente. [00:58:00] vai ter informação aqui na descrição também pra quem quiser se juntar à gente durante essa aula totalmente gratuita, conversa supertranquila, uma horinha. Maravilha. Então Flávia, muito obrigada por ter vindo hoje, por ter aceitado esse convite. A gente vai se falar de novo, vai, hã, 2027, a gente você de novo aqui no podcast, porque essa conversa é maravilhosa. Cês não sabem quantos assuntos a gente teve que tirar aqui, que a– eu já tenho uma lista na minha cabeça de coisas que a gente devia ter aprofundado aqui e não vai dar tempo. Muito obrigada, Flávia

Flavia Maia Singular: Maíra, eu que agradeço pelo convite. Esse– nossas conversas são sempre muito produtivas, acho isso fantástico. Quem tá nos ouvindo, aproveita essa profissional. Eu conheço a Maíra, sei do trabalho dela. O trabalho dela é incrível. Vocês não têm noção do quanto faz diferença nesse desenvolvimento da empresa de vocês, dos gestores.

Ééé, e o pensar na estratégia também é pensar nas ferramentas. E o que a Maíra traz são ferramentas [00:59:00] duradouras e que realmente vai preparar o teu estratégico, né, o teu tático, pra conseguir decifrar essa estratégia aí e vai preparar também você, por que não? Pra conseguir ser mais assertivo nessa comunicação estratégica com o teu time.

Então aproveita demais essa mulher aí que é potência, gente!

Mayra da Starchy: Nós duas, gente. Entra nos dois links e vamo conversar. Processos diferentes, a gente tá falando de, de duas soluções pra vocês que se complementam.

Flavia Maia Singular: Com certeza,

Mayra da Starchy: Fazer,

Flavia Maia Singular: certeza

Mayra da Starchy: entra aí no quiz pra poder fazer o processo do Flávia mais singular e ter essa conversa aí comigo gratuita sobre a Black Friday.

Flavia Maia Singular: Maravilhoso

Mayra da Starchy: até a próxima. Próxima deve chegar aí em, em janeiro, próximo trimestre. Muito obrigada por quem assistiu a gente até aqui e que os humanos consigam fazer mais negócios com o negócio da Human, gente. Beijo, tchau.

Flavia Maia Singular: Beijo, gente. Obrigada

Um comentário sobre “Transcrição do podcast Negócios by Humans #2 com Flavia Maia”

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