Por que CEOs de sucesso estão desenhando estratégias de negócios como arquitetos de narrativas?

Ninguém lê seus manuais internos? Normal. Pensa comigo, você tem vários pilotos contratados por sua capacidade de poder dirigir naves espaciais para te levar além da lua. Mas eles estão com instruções criadas em 1970 para os motivar a voar um teco-teco.

A maior parte das pessoas da sua folha de pagamento deve acreditar que os valores são um monte de palavras que você acha bonita mas não enxerga nenhuma conexão com o cotidiano das próprias tarefas. Talvez uma outra parte até goste daquelas pausas remuneradas pra ver vídeos genéricos ou treinamentos que dão sono, já que são ótimas desculpas para o cérebro adiar o necessário enquanto se permitem:

  • ficar no celular,
  • fazer uma pausa remunerada, e
  • criar piada pros colegas.

Porém, eu duvido que é aí que você quer gastar o tempo pago do seu time… certo? A verdade é que muitos dos processos internos podem estar corretos, mas engessados pela falta de investimento no “fator humano” que rege a conexão necessária para a alta produtividade ser sustentável. Quando a comunicação interna não pulsa lucro de dentro pra fora, os processos parecem engessados e vocês travam.

Conhecimento? Trava.

Resposta? Trava.

Decisão? Trava.

Seus funcionários podem ser 31% mais¹ produtivos

A Universidade da Califórnia¹, após muito estudo, provou que um ambiente que traz felicidade para seus funcionário pode render ⅓ a mais de comprometimento com os resultados, ganhando mais desempenho, triplicando sua criatividade na hora de resolver problemas, reduzindo o esgotamento a tal ponto que o trabalho vira propósito.

Só que, pro brasileiro, isso é mais difícil… já que a Pluxee² contou que somos 1,3% mais inseguros na configuração de trabalho atual do que a média mundial. Essa insegurança acontece por diversos fatores, mas pode ser sentida dentro dos ambientes tóxicos que fingimos ser necessários. A experiência é tão forte que vi, outro dia, um post do @lago.p que ilustra o pensamento de muitos brasileiros ao saírem de casa para ir trabalhar. Olha só:

Percebendo tudo isso, você tem uma escolha de ser um CEO engessado… ou CEO de sucesso. Qual será?

Os CEOs de sucesso que falam comigo, me ouviram falar sobre como o cérebro usa a mesma rede neural para recordar o passado e imaginar o futuro, tratando a ficção como uma simulação construída com peças da realidade³. Sabendo que a ciência está entendendo melhor as funções narrativas na conexão humana, é coisa do passado achar que storytelling é só coisa de marketing.

O storytelling corporativo é uma engenharia de processos narrativos que acontecendo dentro da sua empresa para:

  • simplificar rotina,
  • criar mecanismo de crise,
  • tomar decisões certas mais rápido, e
  • surpreender o mercado.

Você não precisa se contentar com o “mas sempre foi assim”. Você pode ter mais resultado no seu negócio, mas o primeiro passo é “organizar a casa”, exatamente como estão fazendo os negócios que escolheram o Programa exclusivo que a Starchy. Essas empresas estão saindo na frente de seus mercados, pois estão escolhendo lucrar com um novo sistema operacional de comunicação interna para impulsionar narrativas lucrativas. Quer saber mais? Bora marcar um cafézinho virtual, clicando aqui.

Mayra da Starchy sabe que uma empresa que se entende, lucra mais. Ela chegou com uma inovação no mercado brasileiro, a primeira consultoria de aceleração da sua narrativa interna que (assim como a ciência já provou) pode te provar que quando a gente altera a comunicação dos times, você faz a história trabalhar a seu favor. Chama ela para um café virtual, sem compromisso, e descubra hoje pelo menos 3 inovações que vão te fazer faturar ainda mais. Veja mais na coluna Novas Narrativas Corporativas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *